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MUDOU E DEIXOU O ENDEREÇO

 

http://sociometricas.blogspot.com

 



Escrito por Bob Pierce Jr & Edu às 20h07
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MARINA E OS PROGRAMAS DE 3a. GERAÇÃO

Esta foi uma semana de discussão do Bolsa-Família. O governo lançou os dados do Perfil das Famílias Atendidas. Os jornais que gostam do Lula copiaram os press-releases. Os que não gostam (a maioria, por sinal), repetiram análises feitas em 30 segundos de leitura.

Marina Silva aproveitou para lançar suas idéias sobre o que seria a 3a. geração do BF.  O termo 3a geraçao (que alguns chama de porta de saída) parece coisa de celular, mas simplesmente se refere ao que seria o programa que dá autonomia (o que o BF, de 2a geraçao garante), mas gera independência do próprio programa. Alguns defendem que renda mínima, por ser direito, não precisa necessariamente ter uma "saída". Mas, mesmo estes reconhecem que poder não dependem do programa, também é um direito.

Tenha a posição que queira, mas a discussão é chave. Marina chamou para coordenar esta área de seu programa ninguém menos do que o maior especialista brasileiro em análise de pobreza, meu guru e homem de múltipla inteligência e poucos sorrisos: Ricardo Paes de Barros (IPEA).

Abaixo o vídeo de Ricardo. A esperança é que o tema, de importância capital para a política social, entre na agenda de discussão dos candidatos.

http://www.slideshare.net/msilvaonline/programas-sociais-de-3-gerao-4404406

 

 



Escrito por Bob Pierce Jr & Edu às 19h44
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Bolsa-Familia e Renda

Bolsa Família eleva em quase 50% a renda dos extremamente pobres

Gilberto Costa
Da Agência Brasil
Em Brasília

O benefício pago pelo Programa Bolsa Família eleva a renda da população atendida em 48,7%. O dado consta do Perfil das Famílias Beneficiadas pelo Programa Bolsa Família (PBF), análise divulgada hoje (31) pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

O estudo calcula que a média nacional da renda familiar per capita (total da renda dividido pelo número de pessoas no domicílio) sem os benefícios pagos pelo programa é de R$ 48,69. Com o aporte, essa média passa para R$ 72,42, acima da linha da extrema pobreza (miséria) calculada em R$ 70.

O programa paga benefícios variáveis conforme o tamanho da família, número de crianças e adolescentes na escola. Os valores vão de R$ 22 a R$ 200. O pagamento é feito pela Caixa Econômica Federal a partir do cadastro das prefeituras municipais.

De acordo com o MDS, a renda per capita dos atendidos pelo Bolsa Família é maior nas regiões mais ricas, mas o impacto é maior nas regiões mais pobres. No Sudeste, a renda é de R$ 82,27; no Sul, a renda chega a R$ 85,07; e no Centro-Oeste, a renda fica em R$ 84,22. No Norte e no Nordeste, apesar do aporte de recursos, a média é abaixo da linha de pobreza: R$ 66,21 e R$ R$ 65,29; respectivamente.

Ainda segundo o ministério, o efeito geral do Bolsa Família foi diminuir o tamanho da população em extrema pobreza que era de 12% para um patamar de 4%. A pesquisa foi feita com base nos dados de setembro de 2009.

Cerca de 49 milhões de pessoas formam as famílias beneficiadas pelo programa, a maior parte dessas pessoas (56,17%) tem até 17 anos.

A pesquisa sobre o perfil das famílias beneficiadas ainda revela que 70% dos beneficiados vivem em área urbana, em domicílios que declaram ser próprio (61,6%), sobretudo em casas (92,6%). Nos últimos anos, esses domicílios melhoraram de condição física. De 2005 para 2009 caiu o número de residências que não tinham tratamento de água, luz, esgoto e coleta de lixo.

Atualmente nove de cada dez domicílios contam com coleta de lixo; 67,8% têm escoamento sanitário e 83,9% têm abastecimento de água por rede pública. De acordo com a secretária nacional de Renda e Cidadania, Lúcia Modesto, apesar da diversidade regional e da condição da pobreza em vários lugares, a desassistência desses serviços ainda é parecida em vários estados.

Segundo a secretária, nos últimos anos, cerca de 4 milhões de famílias deixaram de ser atendidas pelo PBF, 80% delas porque tiveram a renda elevada; o que demonstra, segundo Lúcia Modesto, que o programa “tem porta de saída”.

De acordo com a ministra do Desenvolvimento Social, Márcia Lopes, até o final do ano, o Bolsa Família quer atender 12,9 milhões de famílias. Atualmente atende 12,4 milhões. O crescimento do programa irá permitir a inclusão de 48 mil famílias de moradores de rua, ribeirinhos, indígenas e de bolsões de pobreza ainda não inscritos no programa.



Escrito por Bob Pierce Jr & Edu às 23h19
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PNA Derruba mitos sobre o Aborto

A discussão sobre o aborto no Brasil tem tido foco na questão se este deve ou não ser permitido. Um equívoco. Os dados mostram que o aborto é amplamente ultizado no Brasil (e no mundo). Sua criminalização não reduz sua prática, é o que mostra a Pesquisa Nacional de Aborto (financiada pela FUNASA). A PNA entrevistou 2.002 mulheres entre 18 e 39 anos de todo o País. A PNA, feita pela UnB (Universidade de Brasília) e pelo Anis (Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero), envolveu duas técnicas distintas de sondagem A técnica utilizada é semelhante a de pesquisas eleitorais e, como o anonimato é garantido.

Cada entrevistada preencheu sozinha um questionário e o depositou na urna e respondeu a outro, aplicado por uma entrevistadora.Os dois questionários possuíam códigos que permitiam seu pareamento, mas não a identificação das participantes. O questionário da urna confirmava a idade exata e perguntava se a mulher havia realizado aborto. Em caso afirmativo, com que idade foi o último aborto, se usou medicamento para fazê-lo e se ficou internada.

Veja o Questionário:

http://www.anis.org.br//Arquivos/Textos/questionario_final_pna.pdf

A amostragem e as entrevistas foram realizadas pela Agência Ibope Inteligência, em janeiro último. Segundo a antropóloga da Universidade de Brasília Debora Diniz, autora principal do estudo, os responsáveis técnicos pela pesquisa, a margem de erro é de 2%.

Embora, este tipo de instrumento de coleta de dados em temas sensíveis tenha limites, já que as pessoas tendem a mentir para si mesmas, é um dado importante e completa levantamentos ambulatoriais e feitos em serviços de referência da mulher.

Uma em cada cinco brasileiras de 40 anos (22%) já fez pelo menos um aborto, aponta o levantamento. Quando consideradas mulheres de todas as idades, uma em cada sete (15%) já abortou. Ao contrário do que se imagina, a prática não está restrita a adolescentes solteiras ou a mulheres mais velhas. Cerca de 60% das mais de 2 mil entrevistadas interromperam a gestação no centro do período reprodutivo - entre 18 e 29 anos.

"A maioria é de mulheres casadas, religiosas, com filhos e baixa escolaridade. Elas já têm a experiência da maternidade e tanta convicção de que não podem ter outro filho no momento que, mesmo correndo o risco de serem presas, interrompem a gestação".

Medicamentos abortivos foram usados em metade dos casos pesquisados. É provável que para a outra metade das mulheres a interrupção da gravidez tenha ocorrido em condições precárias de saúde, aponta o estudo. "Cerca de 55% das mulheres precisou ser internada por causa de complicações..”

Artigo científico sobre a pesquisa:

http://www.abrasco.org.br/cienciaesaudecoletiva/artigos/artigo_int.php?id_artigo=5593

 

 



Escrito por Bob Pierce Jr & Edu às 07h53
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Relatório divulgado pela Comissão de DDHH da OEA + UNODC aponta a região da AMérica Latina como a + violenta do mundo. Dados que contrastam com desenvolvimento econômico e enriquecimento. Desafio para o desenvolvimento profundo da região + desigual do planeta.

 



Escrito por Bob Pierce Jr & Edu às 10h13
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Salários e Renda

Eu sei que seu salário é altíssimo, mas esta não é a regra no Brasil.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou dia 5/5  o Comunicado do Ipea nº 47 - Distribuição Funcional da Renda Pré e Pós Crise Internacional no Brasil.  O Comunicado sintetiza um velho conhecido: no Brasil a renda não está nos salários.  Países com grande desigualdade geralmente apresentam renda de salários baixa.

O documento aponta que a sustentação da trajetória que o País vinha apresentando no período recente, de ampliação da massa de rendimentos do trabalho na renda nacional, foi menos favorável em 2009 que em 2008, no período pré-crise internacional.

Quando a produtividade não é repassada para o salário, ou pelo menos uma parte dela, isto termina levando a um movimento de concentração da renda nacional. Educação pública de baixa qualidade, políticas de juros altos e câmbio valorizado contribuem para essa concentração. A pressão de custos, a competição de países com salários mais baixos, impostos e cargas laborarias altas também evitam repasses do ganho de produtividade aos salários. Tanto para competir no mercado interno quanto no mercado internacional.

Mesmo com a recuperação da renda nacional ocorrida na última década, o País ainda está longe da participação dos salários na renda nacional no percentual de 57%, que ocorreu no biênio 1959/60. No biênio 2008/09, por exemplo, o documento mostra que esta participação foi de 43,6%.

 O documento sugere que no imediato momento de manifestação da crise internacional, entre o final de 2008 e começo de 2009, a adoção de políticas anticíclicas se mostrou mais favorável à elevação do rendimento do trabalho na renda nacional.

O indicador de participação dos salários na renda nacional é muito importante, inclusive para considerar se um país é desenvolvido ou não. Nos países mais justos, os salários representam mais de 2/3 do total da renda, enquanto nos países não desenvolvidos é bem inferior.

Na distribuição da renda nacional entre detentores do rendimento da propriedade (lucro, juros, alugueis, renda da terra, entre outras) e do trabalho pode-se constatar que desde a década de 1960 a participação do rendimento do trabalho na renda nacional apresentou trajetória decrescente. No biênio 1999/2000, por exemplo, o peso do rendimento do trabalho representou apenas 40% da renda nacional, enquanto no biênio 1959/60 era de 56,6%.

A queda de 29,3% na participação do rendimento do trabalho na renda nacional entre 1959/60 e 1999/2000 foi mais intensa durante a década de 1990, seguida dos anos 1980. Em especial, as duas últimas décadas do século 20 foram as de menor ritmo de expansão econômica do século XX, além de serem acompanhadas de altas taxa de inflação e desajustes nas finanças públicas.

Em contrapartida, registra-se que a expansão dos rendimentos dos proprietários em relação à renda nacional foi também seguida pela elevação no grau de desigualdade na repartição da renda pessoal. O índice de Gini passou de 49,9, em 1960, para 56,7, no biênio 1999/2000, registrando aumento de 13,6%. Apesar da trajetória de redução do peso do rendimento do trabalho na renda nacional, constata-se que o índice de Gini sofreu redução nas décadas de 1970 (7,8%) e de 1990 (7,2%).

Abaixo a íntegra do Comunicado

http://agencia.ipea.gov.br/images/stories/PDFs/100505_comunicaipea_47_distribuicaoreda_final.pdf



Escrito por Bob Pierce Jr & Edu às 10h32
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Crianças, Milícias e Comandos...

Pesquisas como a feita pela PUC-RJ são de extrema importância. Olhar os problemas através da lente das crianças é entender como o problema as afeta. Qual geração o atual contexto constrói. Mais do que dados para uma bela tese, a pergunta é o que fazer diante do que se descobriu. Como refletir/reagir dentro das políticas educacionais, das práticas escolares.

Falta ainda entender como as crianças vêem tudo isto. O que dirão do Mundo?

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Pesquisa no Rio capta diferença entre aluno em favela do tráfico e de milícia

Sábado, 08 de Maio de 2010, 00h00

Márcia Vieira do Rio

Uma pesquisa feita em escolas municipais do Rio situadas em áreas ocupadas por favelas detectou diferença no comportamento dos alunos de acordo com o tipo de poder paralelo que as controla. Nas favelas dominadas por milícias, os alunos são mais disciplinados, mas também mais passivos. Nas controladas pelo tráfico, há mais casos de indisciplina, mas os alunos são mais ambiciosos.Talvez essa passividade esteja ligado ao fato de o controle da milícia ser muito mais rígido do que o imposto pelo tráfico, acredita a socióloga Angela Paiva, uma das coordenadoras da pesquisa A escola e a favela, feita pela PUC-Rio em quatro regiões da cidade.

O depoimento de um professor que trabalha numa área de milícia deixa explícito esse poder: Ela mantém a comunidade no limite, determinando o que é certo ou errado. Quem não vive de forma correta precisa sair da comunidade. Outro professor, que trabalha nos dois tipos de favela, marca bem a diferença. Nessa escola (favela com milícia), os alunos têm um nível de formação muito baixo. Lá (favela com tráfico), temos alunos bons, com mais acesso à informação." O desejo de sair da favela é mais frequente entre os alunos de comunidades com tráfico.

Durante dois anos, os pesquisadores da PUC-Rio, comandados por Angela e pelo sociólogo Marcelo Burgos, entrevistaram 42 professores e 9 diretores, além de 20 lideranças das favelas e 16 monitores de projetos sociais. Chegaram à conclusão de que os problemas da favela, sobretudo a violência cotidiana, acabam invadindo a sala de aula. Ou seja: essas escolas não conseguem oferecer um ensino de qualidade nem exercem seu papel de instrumento para inclusão social dos seus alunos."Na favela há uma confluência perversa", afirma Angela. "Muitas vezes faltam professores nas escolas, não há funcionários suficientes, as aulas são suspensas por causa de tiroteio, a família não acompanha o desempenho escolar dos filhos, as crianças não têm um ambiente tranquilo para estudar", acrescenta.

O depoimento de uma professora revela a falta de confiança na educação como caminho para mudar a realidade de milhares de crianças dessas comunidades. "Quando são pequenos, os meninos até sonham, mas quando vão crescendo, vão perdendo isso. Dos 9 aos 11 anos, o sonho já passou", relatou a professora.A conclusão, segundo Ângela, é que a favela "puxa para baixo". "As próprias crianças começam a achar muito cedo que não adianta estudar, que a escola não vai levar elas muito longe", diz.

A pesquisa detectou duas tendências. Os professores do primeiro segmento (alfabetização ao 5.º ano) fazem o possível para reverter as adversidades. "Eles tentam furar esse bloqueio imposto pelo estigma da favela. Muitos conseguem conquistar o aluno pelo afeto e se esforçam para que os meninos passem em provas para entrar no colégio Pedro II (federal) ou na escola técnica do Estado, que são vias de acesso ao sucesso", diz Angela. A situação piora a partir do 6.º ano. "O aluno tem uma autoestima baixa, sente-se burro porque não consegue aprender. O professor tem de fazer um esforço dobrado, convencer a si mesmo e ao aluno de que vale a pena investir no estudo."



Escrito por Bob Pierce Jr & Edu às 10h04
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Os limites do Bolsa-Família e da Mentalidade da Classe Média.

Algumas sondagens de opinião pública mostram que a aprovação do Bolsa-Família entre a classe média é inferior a 30%.

A mesma classe que acha normal e mesmo “justo” reduzir IPI de carros zero KM, deduzir o botox do Imposto de Renda e assistir a um show de luxo subsidiado pela Lei Rouanet, vê no Bolsa-Família um privilégip. Esta classe criou seus mitos em relação ao BF. O maior deles é que o BF desestimula o trabalho. O índice de desemprego entre beneficiários é menos do que entre não–beneficiários. Mas, quem tem opinião demais, tem dados de menos.

Na verdade o BF aumenta os salários médios, nas áreas onde existe. E para uma parte da classe média um pobre exigir um bom salário para servir-lhe é um insulto. Quase uma ingratidão.

Para agradar sua “massa”, o Estadão ressuscitou um estudo feito no ano passado (curioso, pensei que os jornais tivessem algo a ver com os fatos do cotidianoBobo) do Departamento de Economia da Esalq-USP e da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, com base em dados de 1998 a 2005 (antes de mudanças significativas nos processos de acompanhamento, introduzidas em 2006). Os pesquisadores analisaram três períodos, começando em 1998, quando não havia programas federais de transferência de renda, passando pelo Bolsa-Escola, entre 2001 e 2003, e o Bolsa-Família, entre 2003 e 2005, quando a ajuda no orçamento já chegava a 8,9 milhões de brasileiros. Hoje são 11 milhões.

O estudo é amplo e vale sua análise. Mas a imprensa se fixou em conclusões pontuais e sem nenhuma novidade. Os próprios estudos encomendados pelo governo já haviam apontado. Após um impacto inicial, o BF não muda o desempenho e freqüência escolar. Isto já era sabido. O BF é um programa de complemento de renda para famílias que têm crianças/adolescentes em idade escolar. Não é um programa educacional. Seus principais impactos apontados pelos estudos são em: nutrição, saúde, emprego e renda. Escola é condicionalidade para o BF não seu impacto. Alguém pode explicar para a imprensa a diferença entre pré-condição e conseqüência?

O BF não resolve os problemas sociais do país. Ele é uma importante base para um sistema (ainda por implementar) de cobertura social universal. O BF não dispensa ações fortes para melhoria educacional das crianças pobres. A críitica que deve ser feita ao atual governo é justamente de não colocar  velocidade e abrangências iguais em outras ações, nos complementos.  O BF é pouco. E é essencial. É preciso ir além dele, mas com ele.

O BF custa menos do que 20% do orçamento de seguridade federal.  O seguro-desemprego não reduz o tempo em que a pessoa fica desempregada e a classe-média não o critica. Talvez porque tenha direito a ele.

O BF tem limites por isto precisa ser ampliado. A mente da classe-média brasileira também.

Um resumo do estudo pode ser encontrado em:  

http://www.undp-povertycentre.org/publications/mds/11P.pdf



Escrito por Bob Pierce Jr & Edu às 07h34
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